Como é voar (executiva) Latam para Lisboa?

Há cerca de um ano a Latam iniciou uma rota direto partindo de São Paulo para Lisboa e eu aproveitei a oportunidade pra conhecer Portugal.

Na época, não sei se por ser uma nova rota, os preços estavam bem interessantes.

O voo parte do Terminal 3 do aeroporto de Guarulhos e logo ao entrar no terminal você já dá de cara com o check in da executiva da Latam com funcionários orientando e sempre muito simpáticos fazendo o processo todo bem rápido, acho que em cerca de 5 minutos já estava me encaminhando para o rio x.

Logo ao passar do raio x, no segundo andar, você já pode ter acesso a sala VIP da Latam, que é uma das melhores do aeroporto.

Na sala você tem acesso a poltronas de descanso, duchas pra banho, wi-fi, refeições quentes, frias, doces e etc. Além de bebidas alcoólicas ou não.

Pra quem está viajando de executiva o acesso a sala é gratuito. Mas se por acaso estiver viajando de econômica também é possível acessar a sala, de acordo com o site da Latam, basta pagar uma taxa de 60 dólares por pessoa.

Pouco tempo depois foi anunciada, dentro da sala, a chamada pro meu embarque. Então dá pra aproveitar tranquilo que eles informam pelo sistema de som sala quando o momento do seu embarque estiver próximo.

A entrada na aeronave foi bem tranquila e o voo seria feito em um 767 (ainda não renovado), com alguns sinais de desgaste no estofado. Pelo que soube desde o final do ano passado a empresa começou um processo de renovação dessas aeronaves. Apesar disso todos os assentos, em disposição 2 – 2 – 2 deitavam na posição de 180 graus e eram bem confortáveis.

Ao entrar na aeronave nos foi oferecido suco, água e espumante. Além de algumas castanhas. Logo depois a comissária distribuiu o kit de amenidades, que continha alguns itens da L’Occitane.

Durante o voo foram servidos jantar e café da manhã, ambos bem saborosos, sem aquele famoso gosto de comida de avião. Em geral, mesmo na econômica as refeições da Latam costumam ser acima da média das demais companhias aéreas.

Posso dizer que o voo valeu a pena, gosto bastante do serviço das rotas internacionais da Latam, seja na econômica ou, dessa vez, na executiva. Apesar de ainda estar operando algumas rotas com aeronaves bem antigas, como já falei anteriormente, a empresa está investindo na renovação das mesmas o que é um ponto super positivo. Outro ponto positivo é poder ir em um voo direto para muitos destinos saindo do Brasil, sem precisar ficar fazendo conexão fora, que é sempre mais chato.

Ao planejar sua viagem não esqueça que o seguro saúde é item obrigatório para a entrada em qualquer país da União Europeia. Desde que descobri o site da Real Seguros sempre reservo por lá, eles te mostram em tempo real a cotação em diversas empresas diferentes, sempre com preços muito bons e todo o processo de contratação bem rápido e prático.

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O que fazer em Toronto? Roteiro de 6 dias na cidade.

Em julho de 2018 eu passei 6 dias inteiros na cidade de Toronto e vou dizer logo abaixo o meu roteiro. Como tinha poucos dias na cidade, queria mesmo ficar por lá evitando me deslocar por grandes distância. Então se você vai passar alguns dias na cidade, segue abaixo meu roteiro:

Dia 1: Old City Hall + Nathan Phillips Square + Steam Whistle Brewing

Cheguei na cidade logo cedo, deixei a mala no hostel e fui direto pro Old City Hall, o lugar nada mais é do que a sede da antiga prefeitura de Toronto. O prédio é lindo, com uma construção clássica. Logo na frente dele fica a Nthan Phillips Square que você vai logo reconhecer pelas fotos da placa com o nome da cidade.

Durante o verão são ligadas fontes de água e durante o inverno a praça vira um enorme ringue de patinação.

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Me and the 6ix

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Pra chegar lá de transporte público é só descer na estação Queen do metro que fica bem pertinho. Se quiser chegar de transporte público a estação mais próxima é St Andrew.

Saindo de lá fui aproveitei pra andar e ir conhecendo a cidade, e por fim acabei me deparando com a Fábrica da cerveja canadense Steam Whistle, a cervejaria disponibiliza tours diários nos horários de 11:30 até 17:00 com duração de meia meia hora e custa CAD 12,00 de acordo com o site deles.

Se não for tão fã a ponto de fazer o tour, pode só comprar algo pra beber e ficar lá pelas mezinhas curtindo o dia.

Dia 2: Royal Ontario Museum + Toronto University + Chinatown + Graffity Alley

O Royal Ontario Museum é o maior museu de história natural do Canadá e o mais visitado de todo país, vale muito a pena pra quem está com crianças também, no dia que fui haviam vários grupos com crianças.

Logo de cara a fachada do museu já encanta aos que gostam de arquitetura moderna e o acervo dentro complementa o passeio.

A entrada custa CAD 20,00 e o museu funciona todos os dias da semana de 10:00 as 17:30 sendo que as todas as terceiras terça-feiras do mês eles realizam um evento chamado Third Monday Nights Free onde o museu fica aberto de 17:30 as 20:30 com visitação gratuita. Então pra quem estiver pela cidade durante a terceira terça-feira do mês…fica a dica.

Pra chegar lá desça na estação Museum do metrô.

Saindo do museu e andando uns 5 minutos em direção a St George Street você já dá de cara com um dos campos da Univerdade de Toronto.

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Descansando pois não aguentava mais andar. Poser. #uoft

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Uma enorme área verde, com campos de futebol e vários prédio no estilo clássico de arquitetura. O campus fica aberto e qualquer um pode andar pelas áreas comuns.

Segui andando pelas redondezas e quando vi estava em Chinatown, vale passear por lá, comprar algumas lembranças e até almoçar no bairro chines de Toronto. Se quiser ir direto para lá pegue o Street Car 510A, 510B ou 510C e desça na parada Dundas St na Spadina St.

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Muito empolgada por estar nesse país China. #rotaamada

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Depois de atravessar toda Chinatown cheguei finalmente no Graffiti Alley, uma das coisas que eu mais queria ver na cidade. O Graffity Alley nada mais é do que um beco cheio de arte de rua.

Assim como em outros países, até um passado recente a arte de rua era criminalizada em Toronto, hoje tem espaços abertos para artistas convidados.

O beco que fica entre as famosas Queen St e Richmond St conta com arte de grandes e pequenos nomes da cena canadense.

Logo a primeira vista fiquei um pouco decepcionada, o lugar é meio sujo e abandonado. Acho que no fundo eu esperava algo como o Beco do Batman em São Paulo, que tem estrutura e é bem limpo e turístico. Mas depois que parei de comparar eu curti a visita.

Pra chegar no local desça na parada da Queen St na Spadina St. Os Streecars 510A, 510B e 510C passam por lá.

Dia 3: Eaton Centre + Rogers Centre (Jogo do Blue Jays)

Tirei esse dia pra visitar o maior centro comercial de Toronto e fazer algumas compras em lojas que não temos por aqui, as minhas queridinhas japonesas Uniqlo e Muji, por exemplo, tem loja por lá.

Se quiser ir de metro fique na estação Dundas.

Outra coisa que sempre tá na lista dos viajantes que vão a cidade é assistir a um jogo do Blue Jays, time de beisebol da cidade e que faz parte da liga americana.

Dei uma olhada no site e vi que os ingressos pro mês de julho desse ano já estão disponíveis. Os preços começam em CAD 20,50 já com taxas e vale muito a pena a experiência.

Pra chegar lá pegue o Streetcar 310 ou 510 e desça na parada Bremner da Spadina St.

Dia 4: Kensington Market

Nesse dia eu mudava de hostel, tava um calor insuportável na cidade e acabei optando em não me deslocar muito.

Sendo assim aproveitei pra curtir o bairro que tava hospedada. Kensington costumava ser um bairro abandonado no passado até que artistas começaram a ir pra lá e foram abrindo diversos restaurantes, lojas e cafés pelo bairro. Hoje em dia é o bairro hipster da cidade.

Como já tinha levado minha lista, sabia que tinha uma loja da The Ordinary (marca de cuidados com a pele canadense e de baixo custo) acabei aproveitando pra fazer minhas compras e segui dando voltas pelas lojinhas.

Dia 5: Art Gallery of Toronto + CN Tower

O museu mais legal que fui nos últimos tempos. Uma coleção de telas e objetos incríveis. Ele fica bem no coração da cidade, no meio da Dundas St na região de Chinatown.

Ele fica aberto de 10:30 as 17:30, exceto as segundas feiras quando ele fecha as portas.

A entrada custa CAD 25,00 mas se você é menor de 25 anos a entrada é grátis durante o ano todo.

Outro opção de gratuidade é ir as quartas feiras ao museu, quando o museu fica aberto até as 21:00h, e a entrada é gratuita entre 18:00 e 21:00h.

Diariamente o museu oferece tour gratuito nos seguintes horários: 11:00, 12:00, 13:00, 14:00, 15:00 e 19:00h. O tour dura aproximadamente uma hora e eu amei, a voluntária do meu grupo foi uma senhora canadense que frequenta o museu desde muito nova e formada em artes. Rodamos todas as principais salas do museu aprendendo sobre a história dele e a história das coleções.

Pra chegar lá desça na estação St Patrick do metrô.

No final do dia decidi ir a CN Tower (acredito que seja o turístico mais famoso da cidade) . Eu já tinha lido que a melhor opção era comprar o ticket online pois a fila costuma ser bem grande e demorada, porém não tinha levado muito a sério.

Então entrei na fila, que estava grande e não andava. Como a minha intenção era estar no topo da torre na hora do por do sol, depois de 30 minutos na fila decidi comprar o ingresso pelo celular.

Na hora de subir a fila do elevador também é bem grande e demorada, então chegue com tempo.

A vista lá de cima compensa qualquer coisa.

A torre funciona de 9:00 as 22:30h e o valor da entrada geral custa CAD 38,00 (sem taxas)

Pra chegar lá de Streetcar você pode pegar os carros 504A e 504B e descer na parada St John na King Street.

Dia 6: St Lawrence Market + Toronto Islands (Centre Island)

No meu último dia na cidade eu fui tomar café no St Lawrence Market. O mercado tem diversas barracas com culinária de alguns locais do mundo (principalmente locais cuja a comunidade de imigrantes é bem grande em Toronto como Portuguesa e Italiana).

Barraquinhas no St Lawrence Market

O lugar é bem bonitinho e além de comer ainda pode comprar alguns ingredientes selecionados pra dar de presente. Embora o mercado não seja muito grande é bem charmoso.

Pra chegar lá pegue os Streecars 304,503 ou 504 e desça na parada Jarvis da King St.

A entrada é gratuita.

Do mercado eu fui andando até o terminal Jack Layton, local de onde saem as barcas para as ilhas de Toronto.

Ao chegar lá compre o ticket para a Centre Island, que é a ilha com mais atrações…restaurantes, bares e até um parque de diversões durante o verão.

O ticket de ida e volta custa CAD 7,87 e é bom sempre dar uma olhada no site das barcas pra conferir os horários durante a temporada de verão.

Informação para conversão: Na época da minha viagem comprei o dólar canadense por R$ 3,12.

ONDE SE HOSPEDAR EM TORONTO?

Se hospedando no melhor hostel de Toronto

Uma das coisas que eu mais gosto na hora de viajar é pesquisar acomodação. Em algumas cidades temos muitas opções e preços variados para todos os bolsos. Eu achei que Toronto se enquadraria nesse pensamento mas me enganei. Toronto é uma cidade extremamente cara, seja pelo seu imposto (13% em cima de suas compras em geral) ou seja pelo custo de vida.

Como eu só teria uma semana na cidade precisava de algo bem localizado, pra que eu pudesse não gastar muito tempo me locomovendo e acesso fácil ao transporte público, e também não estava disposta a pagar cerca de R$ 700,00 a diária de um hotel mediano. Sim, esse era a média dos valores. Cheguei a comparar com NY, onde vi os preços mais caros da vida pra hospedagem.

Foi daí que durante minhas pesquisas descobri o Planet Traveler. Ele é um hostel que tem desde quartos compartilhado a quartos privados e já foi eleito por algumas vezes (de acordo com o oscar dos hostels do Hostelworld) como o melhor hostel de Toronto.

Recepção

Pontos Positivos do Planet Traveler:

  • Localização: ele fica no famoso bairro de Kensington Market onde tem várias lojas, restaurantes e bares legais;
  • Transporte: fica em frente a um ponto do street car (o número 506 para em frente ao hostel);
  • Café da manhã: incluído na diária;
  • Acesso: via cartão magnético, seja para acessar o hostel, seu quarto ou até mesmo o corredor do seu quarto é necessário ter o cartão;
  • Acomodações: super bem cuidado, limpo e tem um terraço lindo no último andar onde acontecem churrascos aos finais de semana;
  • Ar condicionado: é central e tava super bem regulado. Apesar do calor que estava fazendo na cidade, em momento algum tive problema;
  • Preço: o custo benefício de um quarto privado vale super a pena.

Acabei optando pelo quarto privado pois estava com algumas coisas de valor. O quarto privado comporta até 3 pessoas, é super iluminado e tem um bom espaço pra quem estiver com malas. Além disso já disponibiliza toalhas e ainda deixaram algumas garrafinhas de água no quarto.

Os banheiros para os quartos privados são divididos entre os hóspedes que ficam no corredor com 4 quartos privados e só eles tem acesso. O banheiro é individual com pia, chuveiro e privada e estavam sempre bem limpos. No tempo que fiquei por lá nunca encontrei com nenhum outro hóspede então foi bem tranquilo dividir.

Vista da janela do quarto

O preço da diária ficou em CAD 139,14 que no cambio da época (jul/2018) era cerca de R$ 417,00. Por ser alta temporada acabou sendo um pouco mais alto o valor, fora do verão os valores são um pouco menores.

O hostel também tem opção de quarto compartilhando, que na época o quarto feminino compartilhado com 6 custava cerca de CAD 57,00.

Por ser o melhor hostel de Toronto ele tinha várias datas esgotadas e eu mesma só consegui estadia para a metade dos meus dias na cidade, então se tá pensando em ir pra lá é bom garantir a reserva com antecedência.

Se você está pensando em reservar aproveita e reserva pelo link do blog que reembolsa R$ 59,00 do valor da sua reserva depois que o check out for realizado: Desconto Booking

Onde se Hospedar na Cidade do Cabo – Dica de Hostel

91 Loop Hostel em Cape Town

Como já comentei anteriormente aqui no site, há um tempo atrás eu fiz uma viagem para a África do Sul para fazer um intercâmbio e estudar inglês na Cidade do Cabo.

CapeTown Waterfront

Durante o processo de planejamento dessa viagem uma das minhas maiores dificuldades era sobre onde me hospedar. Descartei a opção de casa de família, pois não queria ter que me deslocar muito até a escola (geralmente as escolas ficam nos centros das cidades enquanto as homestay ficam em áreas residenciais e consequentemente mais afastadas do centro). Pensei em alugar um airbnb, mas acabei achando um pouco salgado pro meu orçamento. Um hotel seria caro demais. O alojamento estudantil da escola além de longe, não tinha boas avaliações. Foi então que comecei a procurar hostel, a final, seria bem mais econômico e ao mesmo tempo teria a possibilidade de ir andando pra escola.

Depois de muita pesquisa,  encontrei o 91 Loop, que tinha pouco tempo de aberto, não muitas avaliações no Booking porém levaria cerca de 10 minutos de caminhada até a escola.

Recepção

O 91 Loop é um hostel Boutique, ele fica localizado entre duas principais ruas de entretenimento da Cidade do Cabo, a Long St e a Bree St. A região tem diversos bares e cafés super charmosos.

O hostel além de ser super bem localizado também é muito bem conservado, os quartos compartilhados contam todos com tomadas e luz individuais,  um colchão que te abraça enquanto você dorme, um lokers super espaçoso (embaixo da cama, que cabe até mesmo uma mala grande) e todos os quartos possuem banheiro dentro.

Outro ponto bacana é que mesmo as áreas do hostel sendo acessadas por cartão de acesso, eles contam com um segurança a noite inteira na porta principal.

Falando das áreas do hostel, no térreo fica localizado um bar/restaurante onde é servido o café da manhã, já incluso na tarifa, diariamente. Além de contar com uma área comum pra interação entre os hospedes.

Mesa do café da manhã

Durante o tempo que fiquei hospedada só tenho elogios ao local, a equipe é super atenciosa. Cheguei a ter um problema no primeiro quarto que fiquei porém conversei com eles e logo me transferiram pra outro quarto sem ter que pagar adicional por isso. O hostel conta também com quartos privativos além dos compartilhados e dos famosos quarto capsulas.

Vale lembrar que agora em 2018 ele foi eleito como o segundo melhor hostel do continente africano, então fica a dica pra quem estiver planejando ir a Cidade do Cabo.

91 Loop Hostel

Endereço: 91 Loop Street , 8001 Cidade do Cabo, África do Sul

Como sair do aeroporto de Toronto?

UP Express – A forma mais rápida de sair do aeroporto de Toronto

Uma dica rápida pra quem está com viagem marcada para Toronto é a de como sair do aeroporto de forma mais rápida através do trenzinho UP Express.

O UP Express é um trem que liga o terminal 1 do aeroporto Internacional Pearson a Union Station no centro da cidade em apenas 25 minutos.

O trem foi inaugurado em meados de 2015 e desde então vem sendo a forma mais prática de chegar ou sair do aeroporto. Se você chegar a Toronto por algum voo internacional provavelmente irá desembarcar no terminal 1, onde deverá seguir as placas que mostram onde pegar o trem, dentro do próprio terminal.

Ao chegar na plataforma de embarque você encontrará as máquinas para compra do ticket, que aceitam além de dólares canadenses e cartões, dólares americanos.

O valor da sua passagem se dá de acordo com o sua estação de destino, ou seja, se você ficar na primeira estação pagará menos do que alguém que ficará na última.

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Mapa das estações do UP Express

No meu caso paguei 12,35 CAD pois fiquei na última estação, Union Station, e de lá paguei mais uns 8,00 CAD de uber até o meu hostel que ficava na Church Street. Ou seja, paguei apenas 20,35 CAD de transporte até o hostel além de não ter perdido tempo presa no transito.

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Simulei o valor de um uber direto do aeroporto até o hostel e daria cerca de 44,00 CAD então se você não pretende fazer uma viagem cara, vale a pena usar o UP Express para sair ou chegar no aeroporto.

Não esqueça de guardar o ticket em um lugar de fácil acesso pois durante o trajeto entre o aeroporto e a cidade é normal aparecer um fiscal solicitando o ticket para validação.

UP Express

 

 

O QUE FAZER NO CENTRO DO RIO DE JANEIRO? | RJ ALÉM DAS PRAIAS

O Centro é definitivamente a região que mais gosto no Rio. Parte da região foi revitalizada na época da Copa do Mundo e Olimpíadas e ganhou mais algumas atrações e um pouco mais de segurança através do programa Centro Presente, projeto entre a prefeitura e os comerciantes da região, que ainda resiste mesmo com a crise.

Roteiro de graça ou quase de graça pelo Centro do Rio

Pra começa você pode pegar o metro e descer na estação Carioca, saindo pelo acesso A, desse ponto consegue fazer toda a região andando. Agora é só seguir as dicas abaixo:

  • Feirinha de Antiguidades da Praça XV

Essa feira é ótima, via de regra são antiguidades com precinhos bacanas, pra quem coleciona itens vale muito a pena passar por lá. Acontece todos os sábados de manhã na Praça XV.

  • Centro Cultura Banco do Brasil – CCBB RJ

Saindo da Feira da Praça XV basta andar uns 500 metros e já encontra o CCBB RJ que fica situado em uma construção linda do início do século XX, super bem conservado e sempre conta um exposições incríveis de graça.

CCBBRJ

  • Centro Cultural dos Correios

Logo na rua de trás do CCBB RJ você já da de cara com esse outro centro cultural, também situado em prédio histórico, fica alindo tirar umas fotos por lá, e assim como o anterior a entrada também é grátis.

CENTRO CULTURA DOS CORREIOS

  • Orla Prefeito Luiz Paulo Conde

A Orla fica bem pertinho do Centro Cultural dos Correios e através dela dá pra seguir pra região da Praça Mauá caminhando. Pela Orla rola uma galera correndo, de bike e etc. Além disso fica na região da Marinha do Brasil, então a gente se sente um pouco mais seguro por lá.

ORLA

  • Praça Mauá

Acho que a Praça é o local mais conhecido do centro do Rio, depois da sua revitalização. Lá você vai encontrar o Museu do Amanhã, o Museu de Arte do Rio e famosos murais, pintados pelo Kobra e outros artistas, do Boulevard Olímpico além de contar com diversas barraquinhas e food trucks.

 

Sites:

Metro Rio

Museu do Amanhã

Museu de Arte do Rio – MAR

Centro Cultural dos Correios

CCBB

Carnaval na Espanha – Dicas de Cadiz

Depois de passar um dia em Madri, segui viagem em direção a Cadiz. A cidade fica no sul da Espanha e faz parte da região da Andaluzia. Eu fui de Madri para Cadiz no trem da Renfe, o trem parte da estação de Atocha, a viagem durou cerca de 4hs (mas passou bem rápido) e custou em torno de 40 euros o trecho, lembrando que quanto maior a antecedência da compra, mais barato você vai pagar. No meu caso comprei faltando pouco tempo para a viagem, logo acabei pagando relativamente caro.

Me hospedei em um airbnb dentro da cidade antiga, o que acabou sendo a melhor opção. Como fui em altíssima temporada, basicamente todas as opções de hospedagem seja na cidade antiga ou fora do muro estavam lotadas.

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A cidade antiga é basicamente onde você vai visitar todos os locais turísticos da cidade, que é bem pequena. E é onde também acontece toda a festa de carnaval da cidade. O esquema do carnaval lá é como se fosse o do Rio antigo, carnaval de rua com pessoas fantasiadas e grupos de amigos que se juntam anualmente, com algum tema em suas fantasias de grupo, para cantar de forma irônica sobre algum tema da atualidade.

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A Catedral é o principal ponto turístico da cidade e data de 1838. 

Mesmo pagando em euros, a visita a cidade sai barato e vale a pena, pois as coisas, mesmo em alta temporada, são bem baratas.

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Os grupos cantando nas ruas da cidade.

Ah, as datas coincidem com o feriado de carnaval no Brasil, então dá pra aproveitar pra conhecer a cidade nessa data.