Como Sair do Aeroporto de Barcelona de Ônibus

Uma das minhas grandes preocupações sempre que vou viajar para algum lugar, é como sair da rodoviária/estão de trem/aeroporto. E nessa minha ida pra Barcelona não foi diferente. Seria a minha primeira ida à cidade, o euro estava muito caro e eu estaria com uma mala grande.

Fiz então uma coisa que é aparentemente óbvia mas que as vezes esquecemos, coloquei no Google Maps a rota saindo do aeroporto até o endereço que eu teria que ir e escolhi a opção de rota “Transporte público”. Então percebi que havia um ônibus praticamente direto para muito perto do local aonde eu teria que ir. Existem duas linhas que servem o aeroporto, A1 e A2. Ambas pertencem a empresa Aerobús, a única diferença é que a A1 terá como origem e destino o terminal 1 já a A2 terá como origem e destino o terminal 2, as paradas realizadas por ambos são as mesmas exceto pelos terminais de origem e destino.

Então mesmo com uma mala grande eu resolvi encarar e vou contar logo em seguida o passo a passo.

1 – Comprando a passagem do Aerobús Barcelona

Acessando o site do Aerobús verifiquei a passagem poderia ser comprada lá mesmo na hora ou online. Como sempre acho que me pedirão tudo na imigração, sempre opto por comprar ingressos e passagens online e já levar impresso.

Ao clicar na opção de comprar tickets o site vai te dar duas opções onde na primeira você compra apenas um trecho (ou ida ou volta, tanto faz) por 5,90 euros. Ou caso você vá voltar para o aeroporto dentro dos próximos 15 dias poderá comprar com desconto os trechos de ida e volta juntos por 10,20 euros, dando uma economia de 1,60 no total.

Vale lembrar que a partir do momento que você realizar a compra online, terá até um ano para utilizar a passagem.

É importante também dizer que a confirmação que eles te enviam pelo email deve ser trocada pela passagem no momento do embarque no ônibus.

2 – Chegando no aeroporto de Barcelona

Ao chegar no aeroporto de Barcelona, seja pelo termina 1 ou pelo terminal 2 (os ônibus partem dos dois terminais) basta seguir a sinalização que indica ônibus (tem o desenho de um ônibus nas placas) , como na maioria dos aeroporto, os ônibus param bem próximos das paradas de taxi no desembarque. E logo, mesmo que você não aviste o ônibus, você avistará uma fila de pessoas aguardando dentro de um circuito de cordinhas para embarcar.

Vou deixar aqui como exemplo o vídeo que está no próprio site do Aerobús e mostra o caminho até o ônibus no terminal 1:

Haverão também máquinas para compra do bilhete (para quem não comprou pela internet) além de um balcão de atendimento móvel e um ou dois profissionais com o uniforme do autobús para quem você mostrará seu recibo de compra ele ele te imprimirá a passagem, permitindo assim que você embarque no ônibus (não esqueça de guardar com você pois pode haver fiscalização dentro do ônibus e será necessário mostrar como comprovação de que você realmente pagou).

Entrei com minha super mala e a coloquei nas estantes que já estavam bem cheias mas ainda sim com espaço.

3 – O trajeto

No site do Aerobús eu havia verificado que o ônibus faz somente três paradas durante todo o trajeto: Plaza Espanya, Gran Via – Urgell e Plaza Universitat. Em todas as paradas é possível acessar alguma estação de metro, para quem ainda for fazer alguma baldeação.

Acostumada aos ônibus do Rio de Janeiro, que não fazem indicação de parada, eu já estava preparada pra ficar olhando no Google Maps (o ônibus possui wi-fi para os passageiros) porém durante o percurso um letreiro interno vai indicando qual será a próxima parada e que ela está se aproximando. Então é super tranquilo, basta apertar o botão de parada e descer.

Em resumo eu achei super prático, mesmo pra mim que estava com uma mala grande e uma mala de mão, foi super tranquilo e meu trajeto até a segunda parada do ônibus durou cerca de 20 minutos no total.

Informações importantes:

De acordo com o site oficial, o ônibus roda durante os 365 dias do ano. Além de partindo do aeroporto estar disponível entre 05:35h da manhã até 01:00h da manhã, ou seja, mesmo que você chegue durante a madrugada e queria pegar o ônibus, não terá que esperar tanto tempo.

Ainda de acordo com o site oficial, o intervalo entre os ônibus que partem do aeroporto tem intervalo médio de 10 minutos.

Enquanto eu estava na cidade via os ônibus A1 (que tem origem e destino o terminal 1) e A2 (que tem origem e destino o terminal 2) rodando constantemente, então realmente acredito que esse intervalo seja respeitado.


Ao viajar pra Europa não esqueça do seguro viagem. Se ainda está em dúvida sobre qual adquirir dá uma olhada nas comparações feitas pela Real Seguros lá você poderá fazer uma comparação rápida e detalhada da melhor opção pra você e/ou seus companheiros de viagem.

Livros Lidos em Janeiro 2020

Uma das minhas metas de em 2020 foi a de voltar a ler conforme fazia antigamente, acabei parando devido à quantidade de trabalho que aumentou durante um tempo e com isso acabei perdendo o hábito. Pois é, o poder do hábito é tudo.

Acho que grande parte da dificuldade de manter o hábito veio com o fato de cada dia mais o trem/estavam cada dia mais cheios ficando difícil até mesmo de virar a página do livro. Então voltei a usar meu antigo e guerreiro kindle, o que me ajudou bastante.

Vou deixar abaixo a relação das duas ficções e duas não ficções lidas esse mês acompanhado da descrição de cada um feita pela Amazon.

O Retrato de Dorian Gray

Em 1891, quando foi publicado em sua versão final, O retrato de Dorian Gray foi recebido com escândalo, e provocou um intenso debate sobre o papel da arte em relação à moralidade. Alguns anos mais tarde, o livro foi inclusive usado contra o próprio autor em processos judiciais, como evidência de que ele possuía “uma certa tendência” – no caso, a homossexualidade, motivo pelo qual acabou condenado a dois anos de prisão por atentado ao pudor. Mais de cem anos depois, porém, o único romance de Oscar Wilde continua sendo lido e debatido no mundo inteiro, e por questões que vão muito além do moralismo do fim do período vitoriano na Inglaterra, definida por um dos personagens do livro como “a terra natal da hipocrisia”. Seu tema central – um personagem que leva uma vida dupla, mantendo uma aparência de virtude enquanto se entrega ao hedonismo mais extremado – tem apelo atemporal e universal, e sua trama se vale de alguns dos traços que notabilizaram a melhor literatura de sua época, como a presença de elementos fantásticos e de grandes reflexões filosóficas, além do senso de humor sagaz e do sarcasmo implacável característicos de Wilde. (Descrição Amazon)

Frankenstein

A obra-prima de Mary Shelley merece. Seu livro de estreia é um marco do romance gótico, verdadeiro ícone do terror e influência fundamental para o surgimento da ficção científica. A criatura de Frankenstein é considerada o primeiro mito dos tempos modernos.Para compor sua bem-sucedida experiência literária, Shelley costurou influências diversas, que vão do livro do Gênesis a Paraíso Perdido, da Grécia Antiga ao Iluminismo. O resultado é uma daquelas histórias eternas, maiores do que a vida. Leitura obrigatória em países de língua inglesa, FRANKENSTEIN é muitas décadas anterior à obra de Poe, Bram Stoker ou H.G. Wells, e vem sendo publicado ininterruptamente desde 1818. Pouco menos de dois anos antes, a criatura nascia numa noite de tempestade à beira do lago Genebra.No verão de 1816, Mary e um grupo de escritores ingleses ― seu marido, Percy Shelly, o poeta Lord Byron e John William Polidori ― dividiam uma casa na villa Diodatti, na Suíça. Entusiasmados pela leitura de uma edição francesa de Fantasmagoriana ― coletânea de histórias sobre aparições, espectros, sonhos e fantasmas ―, os quatro aceitaram o desafio de escrever um conto de terror cada. Mary concebeu a origem de FRANKENSTEIN. E curiosamente, Polidori escreveu o que viria a ser O Vampiro, romance que serviria de inspiração para Drácula, de Bram Stoker.A história de Victor Frankenstein seria reinterpretada incontáveis vezes. Ainda no século XIX, era levada com sucesso ao teatro. A primeira aparição no cinema data de 1910, mas foi em 1931 que Boris Karloff deu um rosto definitivo à criatura no imaginário popular. O livro de Shelley, assim como o filme de Karloff, serviria de inspiração para a imaginação de artistas como Tim Burton, Clive Barker, Wes Craven, Mel Brooks, Alice Cooper, Roger Corman. As referências estão em todas as partes: nos monstros da Universal Studios e da Hammer Films, na comédia musical de horror The Rocky Horror Picture Show, em filmes como Reanimator, inspirado no conto de H.P. Lovecraft, em álbuns como Yellow Submarine, no universo das HQs da Marvel e da DC Comics, em games como Castlevania, e em séries e desenhos clássicos como A Família Addams e Scooby-Doo.A lista é interminável. São tantas versões que é quase impossível não estar familiarizado com a história: Victor é um cientista que dedica a juventude e a saúde para descobrir como reanimar tecidos mortos e gerar vida artificialmente. O resultado de sua experiência, um monstro que o próprio Frankenstein considera uma aberração, ganha consciência, vontade, desejo, medo. Criador e criatura se enfrentam: são opostos e, de certa forma, iguais. Humanos! Eis a força descomunal de um grande texto.(Descrição Amazon)

Para Poder Viver

Yeonmi Park não sonhava com a liberdade quando fugiu da Coreia do Norte. Ela nem sequer conhecia o significado dessa palavra. Tudo o que sabia era que fugir era a única maneira de sobreviver. Se ela e sua família ficassem na terra natal, todos morreriam – de fome, adoentados ou mesmo executados. Park cresceu achando normal que seus vizinhos desaparecessem de repente. Acostumou-se a ingerir plantas selvagens na falta de comida. Acreditava que o líder de seu país era capaz de ler seus pensamentos. Aos treze anos, quando a fome e a prisão do pai tornaram a vida impossível, Yeonmi deixou a Coreia da Norte. Era o começo de um périplo que a levaria pelo submundo chinês de traficantes e contrabandistas de pessoas, a uma travessia pela China através do deserto de Gobi até a Mongólia, à entrada na Coreia do Sul e, enfim, à liberdade. Neste livro, Yeonmi conta essa história impressionante pela primeira vez. Uma história repleta de coragem, dignidade – e até humor. Para poder viver é um testamento da perseverança do espírito humano. Até que ponto estamos dispostos a sofrer em nome da liberdade? Poucas vezes a resposta foi dada de modo tão eloquente.(Descrição Amazon)

O Ano Em Que Disse Sim

Um livro motivador da aclamada e premiada criadora e produtora executiva dos sucessos televisivos Grey’s Anatomy, Private Practice e Scandal, e produtora executiva de How to Get Away with Murder. Você nunca diz sim para nada. Foram essas seis palavras, ditas pela irmã de Shonda durante uma ceia de Ação de Graças, que levaram a autora a repensar a maneira como estava levando sua vida. Apesar da timidez e introversão, Shonda decidiu encarar o desafio de passar um ano dizendo “sim” para as oportunidades que surgiam. Os “sins” iam desde cuidar melhor de sua saúde até aceitar convites para participar de talk shows e discursos em público. Além disso, Shonda deu um difícil passo: dizer sim ao amor próprio e ao seu empoderamento. Em O Ano em que disse sim, Shonda Rhimes relata, com muito bom humor, os detalhes sobre sua vida pessoal, profissional e como mergulhar de cabeça no “Ano do Sim” transformou ambas e oferece ao leitor a motivação necessária para fazer o mesmo em sua vida.(Descrição Amazon)

Eu amo como os clássicos conseguem se manter tão vivos e tão atuais aos longos dos séculos e é sempre impossível terminar a leitura deles sem retirar alguma lição pra vida e eu amo também como alguns bons livros biográficos me deixam com a mesma sensação. Por fim as quatro leituras foram se complementando no meu mês de janeiro, três deles foram livros pesados e densos (O Retrato de Dorian Gray, Frankenstein e Para Poder Viver) enquanto o Ano Em Que Disse Sim mostra de forma leve os altos e baixos da vida e como podemos transformá-la.


Veja também:

Minha lista de desejos

Meus livros lidos em Janeiro 2020

Vila Nova de Gaia | Cinco motivos pra visitar

Sabe aquela imagem das casinhas na Ribeira do Porto que você sempre vê por aí quando falam da região do norte de Portugal? Pois bem, ela é tirada do outro lado do rio d’Ouro. Lá mesmo, ela é tirada de Vila Nova de Gaia.

O município fica do outro lado da ponte Dom Luis I e é conhecido por abrigar as maiores caves de vinho do porto da região. Mas além disso existem outros atrativos que vamos ver rapidinho a seguir:

1. Caves de Vinho do Porto

Conforme já dito anteriormente, se você quer visitar as caves de vinho do porto, lá é o lugar. Você vai encontrar Sandeman e Calem, por exemplo.

2. Mosteiro da Serra do Pilar

O mosteiro foi erguido ainda no século XVI e conta com uma arquitetura incrível e é patrimônio cultural da UNESCO. Mesmo que você não queria pagar os 4 euros para visitar as exposições, pode admirar a vista do miradouro da Serra do Pilar, que é maravilhosa!

3. Miradouro da Serra do Pilar

Definitivamente a vista mais bonita do rio d’Ouro e da ponte Dom Luis Ina minha opinião, não tem muito o que explicar, bastar ver.

4. Ribeira de Gaia

A ribeira de Gaia pode até não ser tão fotogênica quando a do Porto, porém além ser casa das principais caves de vinho do porto, ainda tem diversos restaurantes, bares e artesão vendendo sua arte. Tudo isso a preços mais em conta do que do outro lado da ponte. Notei isso pelos valores um pouco mais baixos nos restaurantes e até mesmo no valor dos souvenires, que paguei mais barato nos que comprei por lá do que nos que comprei no Porto.

5. Tranquilidade

Eu me hospedei alguns dias em Gaia e se você quer fugir um pouco da confusão de turistas no Porto, pode aproveitar pra se hospedar por lá. A minha noite mais bem dormida durante a viagem a Portugal foi lá rs.

Posteriormente vou postar por aqui a dica de hospedagem em Gaia, que eu amei.

Até a próxima!

Desconto em Seguro Viagem | Promoção de Verão Real Seguros

Recadinho Rápido

Já sou usuária do Real Seguros há alguns anos e agora em janeiro eles disponibilizaram um desconto de 16% para seguros contratados até o dia 31/01. Então se você já está de viagem marcada aproveita a chance.

Nessa promoção não é necessário código de desconto, basta clicar nesse link aqui e escolher seu destino que você será direcionado para a página com os descontos aplicados.

Depois disso é só imprimir o voucher e ser feliz nas férias!

Lembrando que o seguro pode ser feito tanto para viagens para o exterior quanto para viagens nacionais.

Como ir de Lisboa ao Porto de Ônibus

Quando decidi que iria a Lisboa, sabia que com certeza teria que ir ao Porto também. Foi então que decidi procurar passagens de trem pra fazer o trajeto, que por estar um pouco em cima da hora, obviamente estavam bem caras. Daí decidi tentar descobrir como ir de ônibus, a final, estamos falando de um país pequeno e sempre ouvi dizer que era bem tranquilo viajar de ônibus pela europa.

Na ocasião não encontrei praticamente nenhuma informação sobre o assunto, acredito que a maioria das pessoas faça o trajeto de carro ou avião (a ponte aérea pra esse trecho costuma ser bem movimentada).

Só posso dizer uma coisa, é bem simples e no final deu tudo certo.

Comprando a Passagem

Ainda aqui do Brasil eu acessei o site da cia de ônibus Rede Expressos, que me pareceu ter uma das maiores frotas por toda Portugal além de uma frota novinha em geral.

Selecionei minha ida e volta que me deu um total de 34 euros, lembrando que eu comprei em cima da hora e ainda estava no final da alta temporada. Se você for viajar fora da alta temporada consegue encontrar cada trecho por cerca 9 euros. Lembrando que vale mais a pena comprar online pois os valores online costumam ser bem mais baratos do que comprando pessoalmente na rodoviária – isso vale pra europa em geral.

Recebi os tickets por email e imprimi para mostrar na imigração caso me pedissem (e pediram).

Prontinho, de posse das passagens você já sabe de qual rodoviária irá embarcar e qual o número do seu ônibus.

O embarque

No dia da minha viagem acordei bem cedo e peguei a linha azul do metro em direção a estação Jardim Zoológico, onde deve descer quem vai pegar o ônibus no termina rodoviário de Sete Rios.

Conforme tarifa atualizada pelo site do metro cada trecho sai por 1,34 euros na data de hoje.

Cheguei com antecedência e conforme foi se aproximando o horário do ônibus, eles começaram a exibir nas tvs do terminal em qual plataforma cada ônibus estava (não esqueça de verificar o número do seu ônibus na sua passagem). Daí basta entregar a sua bagagem ao motorista e aguardar a viagem começar.

A viagem dura cerca de 3:30h e tem paradas em Fátima e Coimbra.

Chegando no Porto

Ao chegar na rodoviária do Porto, que é bem pequena, eu segui as placas de saída e aguardei meu uber, que me custou 6,67 euros até Vila Nova de Gaia.

Viu como não é difícil? Pra quem está viajando sozinho acredito que seja uma ótima opção se levar em consideração o custo total de ir de ônibus e alugar um carro, que seria bem mais caro.


Ao viajar pra Europa não esqueça do seguro viagem. Se ainda está em dúvida sobre qual adquirir dá uma olhada nas comparações feitas pela Real Seguros lá você poderá fazer uma comparação rápida e detalhada da melhor opção pra você e/ou seus companheiros de viagem.

Como é voar (executiva) Latam para Lisboa?

Há cerca de um ano a Latam iniciou uma rota direto partindo de São Paulo para Lisboa e eu aproveitei a oportunidade pra conhecer Portugal.

Na época, não sei se por ser uma nova rota, os preços estavam bem interessantes.

O voo parte do Terminal 3 do aeroporto de Guarulhos e logo ao entrar no terminal você já dá de cara com o check in da executiva da Latam com funcionários orientando e sempre muito simpáticos fazendo o processo todo bem rápido, acho que em cerca de 5 minutos já estava me encaminhando para o rio x.

Logo ao passar do raio x, no segundo andar, você já pode ter acesso a sala VIP da Latam, que é uma das melhores do aeroporto.

Na sala você tem acesso a poltronas de descanso, duchas pra banho, wi-fi, refeições quentes, frias, doces e etc. Além de bebidas alcoólicas ou não.

Pra quem está viajando de executiva o acesso a sala é gratuito. Mas se por acaso estiver viajando de econômica também é possível acessar a sala, de acordo com o site da Latam, basta pagar uma taxa de 60 dólares por pessoa.

Pouco tempo depois foi anunciada, dentro da sala, a chamada pro meu embarque. Então dá pra aproveitar tranquilo que eles informam pelo sistema de som sala quando o momento do seu embarque estiver próximo.

A entrada na aeronave foi bem tranquila e o voo seria feito em um 767 (ainda não renovado), com alguns sinais de desgaste no estofado. Pelo que soube desde o final do ano passado a empresa começou um processo de renovação dessas aeronaves. Apesar disso todos os assentos, em disposição 2 – 2 – 2 deitavam na posição de 180 graus e eram bem confortáveis.

Ao entrar na aeronave nos foi oferecido suco, água e espumante. Além de algumas castanhas. Logo depois a comissária distribuiu o kit de amenidades, que continha alguns itens da L’Occitane.

Durante o voo foram servidos jantar e café da manhã, ambos bem saborosos, sem aquele famoso gosto de comida de avião. Em geral, mesmo na econômica as refeições da Latam costumam ser acima da média das demais companhias aéreas.

Posso dizer que o voo valeu a pena, gosto bastante do serviço das rotas internacionais da Latam, seja na econômica ou, dessa vez, na executiva. Apesar de ainda estar operando algumas rotas com aeronaves bem antigas, como já falei anteriormente, a empresa está investindo na renovação das mesmas o que é um ponto super positivo. Outro ponto positivo é poder ir em um voo direto para muitos destinos saindo do Brasil, sem precisar ficar fazendo conexão fora, que é sempre mais chato.


Ao viajar pra Europa não esqueça do seguro viagem. Se ainda está em dúvida sobre qual adquirir dá uma olhada nas comparações feitas pela Real Seguros lá você poderá fazer uma comparação rápida e detalhada da melhor opção pra você e/ou seus companheiros de viagem.

O que fazer em Toronto? Roteiro de 6 dias na cidade.

Em julho de 2018 eu passei 6 dias inteiros na cidade de Toronto e vou dizer logo abaixo o meu roteiro. Como tinha poucos dias na cidade, queria mesmo ficar por lá evitando me deslocar por grandes distância. Então se você vai passar alguns dias na cidade, segue abaixo meu roteiro:

Dia 1: Old City Hall + Nathan Phillips Square + Steam Whistle Brewing

Cheguei na cidade logo cedo, deixei a mala no hostel e fui direto pro Old City Hall, o lugar nada mais é do que a sede da antiga prefeitura de Toronto. O prédio é lindo, com uma construção clássica. Logo na frente dele fica a Nthan Phillips Square que você vai logo reconhecer pelas fotos da placa com o nome da cidade.

Durante o verão são ligadas fontes de água e durante o inverno a praça vira um enorme ringue de patinação.

View this post on Instagram

Me and the 6ix

A post shared by Juliana (@julnascimento) on

Pra chegar lá de transporte público é só descer na estação Queen do metro que fica bem pertinho. Se quiser chegar de transporte público a estação mais próxima é St Andrew.

Saindo de lá fui aproveitei pra andar e ir conhecendo a cidade, e por fim acabei me deparando com a Fábrica da cerveja canadense Steam Whistle, a cervejaria disponibiliza tours diários nos horários de 11:30 até 17:00 com duração de meia meia hora e custa CAD 12,00 de acordo com o site deles.

Se não for tão fã a ponto de fazer o tour, pode só comprar algo pra beber e ficar lá pelas mezinhas curtindo o dia.

Dia 2: Royal Ontario Museum + Toronto University + Chinatown + Graffity Alley

O Royal Ontario Museum é o maior museu de história natural do Canadá e o mais visitado de todo país, vale muito a pena pra quem está com crianças também, no dia que fui haviam vários grupos com crianças.

Logo de cara a fachada do museu já encanta aos que gostam de arquitetura moderna e o acervo dentro complementa o passeio.

A entrada custa CAD 20,00 e o museu funciona todos os dias da semana de 10:00 as 17:30 sendo que as todas as terceiras terça-feiras do mês eles realizam um evento chamado Third Monday Nights Free onde o museu fica aberto de 17:30 as 20:30 com visitação gratuita. Então pra quem estiver pela cidade durante a terceira terça-feira do mês…fica a dica.

Pra chegar lá desça na estação Museum do metrô.

Saindo do museu e andando uns 5 minutos em direção a St George Street você já dá de cara com um dos campos da Univerdade de Toronto.

View this post on Instagram

Descansando pois não aguentava mais andar. Poser. #uoft

A post shared by Juliana (@julnascimento) on

Uma enorme área verde, com campos de futebol e vários prédio no estilo clássico de arquitetura. O campus fica aberto e qualquer um pode andar pelas áreas comuns.

Segui andando pelas redondezas e quando vi estava em Chinatown, vale passear por lá, comprar algumas lembranças e até almoçar no bairro chines de Toronto. Se quiser ir direto para lá pegue o Street Car 510A, 510B ou 510C e desça na parada Dundas St na Spadina St.

View this post on Instagram

Muito empolgada por estar nesse país China. #rotaamada

A post shared by Juliana (@julnascimento) on

Depois de atravessar toda Chinatown cheguei finalmente no Graffiti Alley, uma das coisas que eu mais queria ver na cidade. O Graffity Alley nada mais é do que um beco cheio de arte de rua.

Assim como em outros países, até um passado recente a arte de rua era criminalizada em Toronto, hoje tem espaços abertos para artistas convidados.

O beco que fica entre as famosas Queen St e Richmond St conta com arte de grandes e pequenos nomes da cena canadense.

Logo a primeira vista fiquei um pouco decepcionada, o lugar é meio sujo e abandonado. Acho que no fundo eu esperava algo como o Beco do Batman em São Paulo, que tem estrutura e é bem limpo e turístico. Mas depois que parei de comparar eu curti a visita.

Pra chegar no local desça na parada da Queen St na Spadina St. Os Streecars 510A, 510B e 510C passam por lá.

Dia 3: Eaton Centre + Rogers Centre (Jogo do Blue Jays)

Tirei esse dia pra visitar o maior centro comercial de Toronto e fazer algumas compras em lojas que não temos por aqui, as minhas queridinhas japonesas Uniqlo e Muji, por exemplo, tem loja por lá.

Se quiser ir de metro fique na estação Dundas.

Outra coisa que sempre tá na lista dos viajantes que vão a cidade é assistir a um jogo do Blue Jays, time de beisebol da cidade e que faz parte da liga americana.

Dei uma olhada no site e vi que os ingressos pro mês de julho desse ano já estão disponíveis. Os preços começam em CAD 20,50 já com taxas e vale muito a pena a experiência.

Pra chegar lá pegue o Streetcar 310 ou 510 e desça na parada Bremner da Spadina St.

Dia 4: Kensington Market

Nesse dia eu mudava de hostel, tava um calor insuportável na cidade e acabei optando em não me deslocar muito.

Sendo assim aproveitei pra curtir o bairro que tava hospedada. Kensington costumava ser um bairro abandonado no passado até que artistas começaram a ir pra lá e foram abrindo diversos restaurantes, lojas e cafés pelo bairro. Hoje em dia é o bairro hipster da cidade.

Como já tinha levado minha lista, sabia que tinha uma loja da The Ordinary (marca de cuidados com a pele canadense e de baixo custo) acabei aproveitando pra fazer minhas compras e segui dando voltas pelas lojinhas.

Dia 5: Art Gallery of Toronto + CN Tower

O museu mais legal que fui nos últimos tempos. Uma coleção de telas e objetos incríveis. Ele fica bem no coração da cidade, no meio da Dundas St na região de Chinatown.

Ele fica aberto de 10:30 as 17:30, exceto as segundas feiras quando ele fecha as portas.

A entrada custa CAD 25,00 mas se você é menor de 25 anos a entrada é grátis durante o ano todo.

Outro opção de gratuidade é ir as quartas feiras ao museu, quando o museu fica aberto até as 21:00h, e a entrada é gratuita entre 18:00 e 21:00h.

Diariamente o museu oferece tour gratuito nos seguintes horários: 11:00, 12:00, 13:00, 14:00, 15:00 e 19:00h. O tour dura aproximadamente uma hora e eu amei, a voluntária do meu grupo foi uma senhora canadense que frequenta o museu desde muito nova e formada em artes. Rodamos todas as principais salas do museu aprendendo sobre a história dele e a história das coleções.

Pra chegar lá desça na estação St Patrick do metrô.

No final do dia decidi ir a CN Tower (acredito que seja o turístico mais famoso da cidade) . Eu já tinha lido que a melhor opção era comprar o ticket online pois a fila costuma ser bem grande e demorada, porém não tinha levado muito a sério.

Então entrei na fila, que estava grande e não andava. Como a minha intenção era estar no topo da torre na hora do por do sol, depois de 30 minutos na fila decidi comprar o ingresso pelo celular.

Na hora de subir a fila do elevador também é bem grande e demorada, então chegue com tempo.

A vista lá de cima compensa qualquer coisa.

A torre funciona de 9:00 as 22:30h e o valor da entrada geral custa CAD 38,00 (sem taxas)

Pra chegar lá de Streetcar você pode pegar os carros 504A e 504B e descer na parada St John na King Street.

Dia 6: St Lawrence Market + Toronto Islands (Centre Island)

No meu último dia na cidade eu fui tomar café no St Lawrence Market. O mercado tem diversas barracas com culinária de alguns locais do mundo (principalmente locais cuja a comunidade de imigrantes é bem grande em Toronto como Portuguesa e Italiana).

Barraquinhas no St Lawrence Market

O lugar é bem bonitinho e além de comer ainda pode comprar alguns ingredientes selecionados pra dar de presente. Embora o mercado não seja muito grande é bem charmoso.

Pra chegar lá pegue os Streecars 304,503 ou 504 e desça na parada Jarvis da King St.

A entrada é gratuita.

Do mercado eu fui andando até o terminal Jack Layton, local de onde saem as barcas para as ilhas de Toronto.

Ao chegar lá compre o ticket para a Centre Island, que é a ilha com mais atrações…restaurantes, bares e até um parque de diversões durante o verão.

O ticket de ida e volta custa CAD 7,87 e é bom sempre dar uma olhada no site das barcas pra conferir os horários durante a temporada de verão.

Informação para conversão: Na época da minha viagem comprei o dólar canadense por R$ 3,12.

ONDE SE HOSPEDAR EM TORONTO?

Se hospedando no melhor hostel de Toronto

Uma das coisas que eu mais gosto na hora de viajar é pesquisar acomodação. Em algumas cidades temos muitas opções e preços variados para todos os bolsos. Eu achei que Toronto se enquadraria nesse pensamento mas me enganei. Toronto é uma cidade extremamente cara, seja pelo seu imposto (13% em cima de suas compras em geral) ou seja pelo custo de vida.

Como eu só teria uma semana na cidade precisava de algo bem localizado, pra que eu pudesse não gastar muito tempo me locomovendo e acesso fácil ao transporte público, e também não estava disposta a pagar cerca de R$ 700,00 a diária de um hotel mediano. Sim, esse era a média dos valores. Cheguei a comparar com NY, onde vi os preços mais caros da vida pra hospedagem.

Foi daí que durante minhas pesquisas descobri o Planet Traveler. Ele é um hostel que tem desde quartos compartilhado a quartos privados e já foi eleito por algumas vezes (de acordo com o oscar dos hostels do Hostelworld) como o melhor hostel de Toronto.

Recepção

Pontos Positivos do Planet Traveler:

  • Localização: ele fica no famoso bairro de Kensington Market onde tem várias lojas, restaurantes e bares legais;
  • Transporte: fica em frente a um ponto do street car (o número 506 para em frente ao hostel);
  • Café da manhã: incluído na diária;
  • Acesso: via cartão magnético, seja para acessar o hostel, seu quarto ou até mesmo o corredor do seu quarto é necessário ter o cartão;
  • Acomodações: super bem cuidado, limpo e tem um terraço lindo no último andar onde acontecem churrascos aos finais de semana;
  • Ar condicionado: é central e tava super bem regulado. Apesar do calor que estava fazendo na cidade, em momento algum tive problema;
  • Preço: o custo benefício de um quarto privado vale super a pena.

Acabei optando pelo quarto privado pois estava com algumas coisas de valor. O quarto privado comporta até 3 pessoas, é super iluminado e tem um bom espaço pra quem estiver com malas. Além disso já disponibiliza toalhas e ainda deixaram algumas garrafinhas de água no quarto.

Os banheiros para os quartos privados são divididos entre os hóspedes que ficam no corredor com 4 quartos privados e só eles tem acesso. O banheiro é individual com pia, chuveiro e privada e estavam sempre bem limpos. No tempo que fiquei por lá nunca encontrei com nenhum outro hóspede então foi bem tranquilo dividir.

Vista da janela do quarto

O preço da diária ficou em CAD 139,14 que no cambio da época (jul/2018) era cerca de R$ 417,00. Por ser alta temporada acabou sendo um pouco mais alto o valor, fora do verão os valores são um pouco menores.

O hostel também tem opção de quarto compartilhando, que na época o quarto feminino compartilhado com 6 custava cerca de CAD 57,00.

Por ser o melhor hostel de Toronto ele tinha várias datas esgotadas e eu mesma só consegui estadia para a metade dos meus dias na cidade, então se tá pensando em ir pra lá é bom garantir a reserva com antecedência.

Se você está pensando em reservar aproveita e reserva pelo link do blog que reembolsa R$ 59,00 do valor da sua reserva depois que o check out for realizado: Desconto Booking

Onde se Hospedar na Cidade do Cabo – Dica de Hostel

91 Loop Hostel em Cape Town

Como já comentei anteriormente aqui no site, há um tempo atrás eu fiz uma viagem para a África do Sul para fazer um intercâmbio e estudar inglês na Cidade do Cabo.

CapeTown Waterfront

Durante o processo de planejamento dessa viagem uma das minhas maiores dificuldades era sobre onde me hospedar. Descartei a opção de casa de família, pois não queria ter que me deslocar muito até a escola (geralmente as escolas ficam nos centros das cidades enquanto as homestay ficam em áreas residenciais e consequentemente mais afastadas do centro). Pensei em alugar um airbnb, mas acabei achando um pouco salgado pro meu orçamento. Um hotel seria caro demais. O alojamento estudantil da escola além de longe, não tinha boas avaliações. Foi então que comecei a procurar hostel, a final, seria bem mais econômico e ao mesmo tempo teria a possibilidade de ir andando pra escola.

Depois de muita pesquisa,  encontrei o 91 Loop, que tinha pouco tempo de aberto, não muitas avaliações no Booking porém levaria cerca de 10 minutos de caminhada até a escola.

Recepção

O 91 Loop é um hostel Boutique, ele fica localizado entre duas principais ruas de entretenimento da Cidade do Cabo, a Long St e a Bree St. A região tem diversos bares e cafés super charmosos.

O hostel além de ser super bem localizado também é muito bem conservado, os quartos compartilhados contam todos com tomadas e luz individuais,  um colchão que te abraça enquanto você dorme, um lokers super espaçoso (embaixo da cama, que cabe até mesmo uma mala grande) e todos os quartos possuem banheiro dentro.

Outro ponto bacana é que mesmo as áreas do hostel sendo acessadas por cartão de acesso, eles contam com um segurança a noite inteira na porta principal.

Falando das áreas do hostel, no térreo fica localizado um bar/restaurante onde é servido o café da manhã, já incluso na tarifa, diariamente. Além de contar com uma área comum pra interação entre os hospedes.

Mesa do café da manhã

Durante o tempo que fiquei hospedada só tenho elogios ao local, a equipe é super atenciosa. Cheguei a ter um problema no primeiro quarto que fiquei porém conversei com eles e logo me transferiram pra outro quarto sem ter que pagar adicional por isso. O hostel conta também com quartos privativos além dos compartilhados e dos famosos quarto capsulas.

Vale lembrar que agora em 2018 ele foi eleito como o segundo melhor hostel do continente africano, então fica a dica pra quem estiver planejando ir a Cidade do Cabo.

91 Loop Hostel

Endereço: 91 Loop Street , 8001 Cidade do Cabo, África do Sul

Como sair do aeroporto de Toronto?

UP Express – A forma mais rápida de sair do aeroporto de Toronto

Uma dica rápida pra quem está com viagem marcada para Toronto é a de como sair do aeroporto de forma mais rápida através do trenzinho UP Express.

O UP Express é um trem que liga o terminal 1 do aeroporto Internacional Pearson a Union Station no centro da cidade em apenas 25 minutos.

O trem foi inaugurado em meados de 2015 e desde então vem sendo a forma mais prática de chegar ou sair do aeroporto. Se você chegar a Toronto por algum voo internacional provavelmente irá desembarcar no terminal 1, onde deverá seguir as placas que mostram onde pegar o trem, dentro do próprio terminal.

Ao chegar na plataforma de embarque você encontrará as máquinas para compra do ticket, que aceitam além de dólares canadenses e cartões, dólares americanos.

O valor da sua passagem se dá de acordo com o sua estação de destino, ou seja, se você ficar na primeira estação pagará menos do que alguém que ficará na última.

UPMap-2017

Mapa das estações do UP Express

No meu caso paguei 12,35 CAD pois fiquei na última estação, Union Station, e de lá paguei mais uns 8,00 CAD de uber até o meu hostel que ficava na Church Street. Ou seja, paguei apenas 20,35 CAD de transporte até o hostel além de não ter perdido tempo presa no transito.

IMG_9472

Simulei o valor de um uber direto do aeroporto até o hostel e daria cerca de 44,00 CAD então se você não pretende fazer uma viagem cara, vale a pena usar o UP Express para sair ou chegar no aeroporto.

Não esqueça de guardar o ticket em um lugar de fácil acesso pois durante o trajeto entre o aeroporto e a cidade é normal aparecer um fiscal solicitando o ticket para validação.

UP Express